Jerusalém

Descrição

Jerusalém é a capital declarada (mas não reconhecida pela comunidade internacional) de Israel e sua maior cidade tanto em população quanto área. Localizada nas Montanhas da Judeia, entre o mar mediterrâneo e o norte do Mar Morto, a Jerusalém moderna tem crescido aos arredores da cidade antiga.

A cidade sagrada para as três principais religiões monoteístas está dividida em duas: a chamada "Cidade Velha" (cujos limites são as muralhas) e a "Cidade Nova" (a parte de fora). Ocupando uma área de apenas um quilômetro quadrado, a Cidade Velha é dividida em quatro bairros (judaico, muçulmano, cristão e armênio). No limite entre o quarteirão judaico e o muçulmano estão os lugares mais sagrados para cada um deles: o Muro das Lamentações e a Mesquita do Domo da Rocha, respectivamente. A Via Sacra, sagrada para os cristãos, está espalhada entre os blocos muçulmano e cristão.

Poucas experiências de viagem podem se comparar a ver o dia nascer em Jerusalém. O silêncio nas encostas do Monte das Oliveiras logo é tomado pelo furor do trânsito, os chamados dos muezzins e os cânticos de bar-mitzvá no Muro Ocidental. A cidade antes coberta pela noite fria agora tinge-se de tons pastéis, com o sol iluminando de forma esplendorosa o azul e dourado do Domo da Rocha e as grandes muralhas da Cidade Velha. Dentro dela, os labirínticos mercados já estão lotados, enquanto que preces e lágrimas transformam a atmosfera ao longo da Via Crúcis e da Igreja do Santo Sepulcro. Junto ao Portão de Jaffa, o vendedor árabe de falafel divide a calçada com padres franciscanos que batem papo com um senhor de quipá levando seus filhos para a escola.

Apesar de Jerusalém ser conhecida primeiramente pela sua significância religiosa, a cidade também é sede de muitos eventos artísticos e culturais. O Museu de Israel atrai perto de um milhão de visitantes por ano, aproximadamente um terço deles são turistas. Os 20 acres do complexo de museus compreende vários prédios possuindo exibições especiais e coleções extensivas de achados judaicos, arqueológicos e arte israelita e europeia.

Os pergaminhos do Mar Morto, descoberto no meio do século XX nas cavernas de Qumran perto do Mar Morto, estão hospedadas no Santuário do Livro. A Ala Nova, cuja construção mudou as exibições e funciona um extensivo programa de educação em arte, é visitado por 100.000 crianças por ano. O museu tem uma larga escultura no jardim de fora, e um modelo no tamanho escala do segundo templo foi recentemente movido do hotel Holyland para uma nova localização no território do museu.

O Museu Rockefeller, localizado no leste de Jerusalém, foi o primeiro museu arqueológico no meio oeste. Foi construído em 1938 durante o mandato britânico. O Museu Islâmico no Monte do Templo, estabelecido em 1923, guarda muitos artefatos islâmicos, do menor kohl cantil e manuscritos raros a colunas gigantes de mármore.

Yad Vashem, o memorial nacional de Israel para as vítimas do Holocausto, guarda a maior biblioteca do mundo de informações relacionadas ao holocausto, com estimados 100.000 livros e artigos. O complexo contém um museu de arte que explora o genocídio dos judeus através de exibições que focam em estórias pessoais de indivíduos e famílias mortas no holocausto e uma galeria de arte apresentando o trabalho de artistas que pereceram. Yad Vashem também relembra as 1.5 milhões de crianças judias assassinadas pelos nazistas, e honra os justos entre as nações. O museu na junção, que explora erros de coexistência através da arte é situado na estrada divisória oriental e ocidental de Jerusalém.

O Teatro de Jerusalém na vizinhança de Talbiya é sede de concertos ao ano, como também de companhias de teatro e dança e artistas performáticos de além mares.O Khan, localizado em um caravançarai oposto à estação de trêns da antiga Jerusalém, é o único teatro de repertório. A própria estação se tornou um local para eventos culturais no anos recentes, como também o lugar de Shav'ua Hasefer, um local de exposição literária anual e de performances musicais externas. O Festival de Cinema de Jerusalem é mantido anualmente, apresentando filmes israelitas e internacionais.

O Teatro Nacional Palestino, por muitos anos o único centro cultural árabe no leste de Jerusalém, procura novas ideias e abordagens inovadoras para a auto-expressão palestina. A Casa Ticho, no centro de Jerusalém, possui pinturas de Anna Ticho e coleções judaicas de seu marido, um oftalmologista que abriu a primeira clínica de olhos da cidade neste prédio em 1912. Al-Hoash, estabelecida em 2004, é uma galeria de preservação da arte palestina.

Visitar Jerusalém significa um mergulho no passado. Mas há também a parte moderna e laica dessa cidade de 700 mil habitantes (quase 10% da população do país), declarada capital em 1950. Principalmente no verão, os bares no centro da parte nova ficam cheios de jovens. E lugares como a Antiga Estação de Trem são boas pedidas para continuar a noite em um país que é conhecido pelas baladas de música eletrônica. Jerusalém reúne ainda alguns dos mais tecnológicos museus do mundo.

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